Um dia desses caminhando pela rua, passei em frente a uma escola bastante conceituada aqui de Piratini e, vi uma cena bastante comum. esta cena me fez relembrar de um episódio que vivi quando era estudante do segundo grau na escola Ponche verde. Imediatamente tive a inspiração para escrever este post. Espero que consiga retratar com clareza o que penso e, que esse fato nos leve a pensar de forma clara e objetiva a imporância de uma mudança no comportamento do ser humano. Vamos lá:
Numa determinada época, ainda estudante do curso de contabilidade no Instituto Estadual Ponche verde, junto com um grupo de amigos em uma noite de inverno, levamos chimarrão para a sala de aula. Fomos duramente reprimidos pela direção e proibidos de repetir tal ato. Agora pasme: A alegação da diretora era que o chimarrão é vício. Imagine, numa cidade pequena dos confins do Rio grande do sul, alguem proibir de tomar chimarrão e ainda dizer que é por causa do vício.
Ficou pasmado? Então te prepara, pois o pior ainda está por vir. sim, a coisa não era tão simples assim. O vício do chimarrão foi prontamente reprimido mas, a direção, professores e alunos fumavam tranquilamente nos corredores da escola. Isso não é contraditório e revoltante? Nunca vi ninguem que tivesse chegado ao óbito por causa do chimarrão mas, tambem nunca vi um fumante que não tivesse complicações decorrentes do cigarro.
Mas voltando ao caso que me fez voltar essa triste lembrança, passava eu despreocupadamente em frente à Escola Inácia Machado da Silveira, no turno da tarde (onde só estudam crianças pequenas e facilmente influenciáveis das séries iniciais) e vi uma cena corriqueira: diretora, professoras e funcionários no hall de entrada, tranquilamente com um cigarro entre os dedos.
Me pergunto: por uma questão de ética, professores e funcionários de escola de ensino fundamental (principalmente) não deveriam evitar de se expor ao olhar de seus alunos pequenos cometendo um ato tão vergonhoso e perigoso como acender um cigarro? Me revolta ver cena dessas, assim como me revolta ver funcionários de hospitais e postos de saúde fumando. Escolas e instituições de saúde não deveriam ter como preceito básico passar uma imagem positiva a quem os vê? Será que não há uma regra que os obrigue a deixar hábitos tão sórdidos?
Como uma escola faz (acredito que faça) uma campanha preventiva as drogas para seus alunos e seus mestres não tem o cuidado com o que fazem diante de seus discípulos? Como um professor pode pregar na sala de aula o perigo do uso de entorpecentes e ao sair da aula acender um cigarro diante de seus alunos? O que acontecerá com a cabeça dessas crianças, se o professor passa aquela velha imagem do "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço"?
Já não é chegada a hora de uma mudança de atitude por parte das pessoas e principalmente daquelas pessoas que tem uma missão tão sensível e importante como educar?
Pense comigo nisso que falei e repasse essa idéia...
Numa determinada época, ainda estudante do curso de contabilidade no Instituto Estadual Ponche verde, junto com um grupo de amigos em uma noite de inverno, levamos chimarrão para a sala de aula. Fomos duramente reprimidos pela direção e proibidos de repetir tal ato. Agora pasme: A alegação da diretora era que o chimarrão é vício. Imagine, numa cidade pequena dos confins do Rio grande do sul, alguem proibir de tomar chimarrão e ainda dizer que é por causa do vício.
Ficou pasmado? Então te prepara, pois o pior ainda está por vir. sim, a coisa não era tão simples assim. O vício do chimarrão foi prontamente reprimido mas, a direção, professores e alunos fumavam tranquilamente nos corredores da escola. Isso não é contraditório e revoltante? Nunca vi ninguem que tivesse chegado ao óbito por causa do chimarrão mas, tambem nunca vi um fumante que não tivesse complicações decorrentes do cigarro.
Mas voltando ao caso que me fez voltar essa triste lembrança, passava eu despreocupadamente em frente à Escola Inácia Machado da Silveira, no turno da tarde (onde só estudam crianças pequenas e facilmente influenciáveis das séries iniciais) e vi uma cena corriqueira: diretora, professoras e funcionários no hall de entrada, tranquilamente com um cigarro entre os dedos.
Me pergunto: por uma questão de ética, professores e funcionários de escola de ensino fundamental (principalmente) não deveriam evitar de se expor ao olhar de seus alunos pequenos cometendo um ato tão vergonhoso e perigoso como acender um cigarro? Me revolta ver cena dessas, assim como me revolta ver funcionários de hospitais e postos de saúde fumando. Escolas e instituições de saúde não deveriam ter como preceito básico passar uma imagem positiva a quem os vê? Será que não há uma regra que os obrigue a deixar hábitos tão sórdidos?
Como uma escola faz (acredito que faça) uma campanha preventiva as drogas para seus alunos e seus mestres não tem o cuidado com o que fazem diante de seus discípulos? Como um professor pode pregar na sala de aula o perigo do uso de entorpecentes e ao sair da aula acender um cigarro diante de seus alunos? O que acontecerá com a cabeça dessas crianças, se o professor passa aquela velha imagem do "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço"?
Já não é chegada a hora de uma mudança de atitude por parte das pessoas e principalmente daquelas pessoas que tem uma missão tão sensível e importante como educar?
Pense comigo nisso que falei e repasse essa idéia...
bem interessante este fato que vc salientou,quando fui fazer enfermagem,eu fumava compulsivamente,tipo assim,quase um atraz do outro fumava exageradamente,mas,refleti e percebi que enfermagem é a arte de cuidar,e fumando eu seria contraditoria ao que eu fazia, promover bem estar e saude,e chegar em casa e fumar,beber.
ResponderExcluirHorrivel um profissional da saude,fumando,bebendo pelas noites,até se drogando,digo isso porque tenho colegas de profissao que fazem uso de drogas,isso é uma vergonha,mas alem de ser imprudencia profissional.
Bem como professores que devem de serem exemplos,dante de seus alunos,ditar uma regra,que nem mesmo elas seguem.
é bem isso lazaro,fostes muito feliz com suas palvras,parabens