O tempo se esvaiMuito alem das ampulhetas
E escoa por entre os dedos
Sem que se possa fazer nada.
Ora lento, ora depressa
Só dependendo do nosso estado de ânimo,
O tempo segue, paulatinamente
Sua estrada,
Sem nada que possa mudá-lo
Ou pará-lo,
Não se pode fazer o tempo parar
E nem fazê-lo retroceder,
Apenas há momentos em que
Podemos dar uma pausa no tempo
Seja no mergulho de um olhar
Ou no sabor de um beijo
Apaixonado...
Este é um poema de 2008. Fala de tempo, principalmente de tempo perdido. Este tempo pode ser interpretado de uma maneira subliminar, por outras coisas, tipo gestos inuteis, palavras inuteis que de pois de ditas são impossíveis de se voltar atraz.
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