sábado, 15 de outubro de 2011

A palheta...


 
Eu olho pra essa palheta amarela, da SG, 0,9mm de espessura, nem muito rígida nem muito flexível, uma ótima palheta. As vezes, enquanto admiro a sua beleza, imagino que ela é mágica, e me dá o poder de impressionar as pessoas com a minha música. Isso não passa de besteira, claro. Mas essa palheta de certa forma é importante pra mim, é importante pra minha música, é importante pro violonista e pro guitarrista que sou,(baterista e tecladista também mas não se aplica nesse caso). 
 
Garota, essa palheta me lembra você, ela fez eu me sentir especial, fez eu sentir como se minhas ideias não fossem inúteis, ou estúpidas, e sim úteis e inteligentes. Por mais que e não tenha executado a maior parte dessas ideias, eu me senti especial. 
É uma relação interessante essa com minha palheta, a cada nova ideia, a cada novo solo, a cada nova música, eu sinto que ela faz as cordas obedecerem mais aos meus dedos. Não, a palheta não me obedece. Eu obedeço ela, são as minhas ideias, são as ideias dela, as cordas vibram como loucas fazendo com que meu cérebro entre em êxtase, após alguns minutos de tal experiência, meu cérebro se entorpece, as peguntas começam. Sou eu? É a minha palheta?
Não. É a fusão lisa e perfeita entre meu coração e a música. Meu cérebro não precisa intervir, é só saber que alguém está ouvindo.


Isso aqui em cima foi uma escolha livre de palavras que aconteceu logo após uma escolha livre de ideias, então, pode parecer besteira. Posso não ser o slash, mas deve ser assim que ele se sente, e um dia eu chego lá. =D

Nenhum comentário:

Postar um comentário