sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Escola





Eu não sei o que me enfurece mais na escola: Se é o fato de sermos obrigados a frequentá-la, se é o fato de que 9 em cada 10 professores fazerem de tudo para a escola parecer pior, se são os casos daquelas pestes debilóides que somos obrigados a tratar como iguais, os tais chamados de "colegas" (não sei por que, mas me lembrei de colgate agora) mesmo que eles te tratem tanto como lixo por você ser diferente, que se você não for realmente muito forte, você vai começar a achar que eles tem razão. 
É nesse ponto em que os grandes gênios são reprimidos, por conta do sistema consumista que destrói nosso planeta, querer tratá-los com igualdade para serem apenas mais ferramentas de destruição global conhecidas como "trabalhadores", e ao mesmo tempo, pelos que são mais comuns e aceitam esse destino te tratarem como diferente. 
Ai você se divide, ordenam que você seja igual, mas ninguém te deixa esquecer que você é muito diferente. Ai você procura meios de fugir dessa divisão, você procura outros mundos, e cada um encontra o próprio jeito de fazer isso, alguns optam pelas drogas, mas elas destroem sua família, alguns optam pelo suicídio, mas isso não resolve,(não resolve mesmo!) e alguns optam pelo que conhecemos por "loucura" onde você cria um mundo e tenta aos trancos e barrancos viver dentro dele, esse é o mais mal interpretado dos meios, pois começam a fazer coisas com o seu corpo neste mundo, que em mundo nenhum você pode escapar, como remédios muito fortes, drogas de todos os tipos, com muito mais contra-indicações do que o crack que o seu vizinho compra na esquina pra fumar com um colega de quarto. Agora vamos ao meio que eu escolhi, a leitura.(p****, isso parece um discurso de professor) A leitura me ajudou muito, algumas páginas de um bom romance com um narrador-personagem e você esquece os seus problemas e vive um pouquinho da vida desse personagem, sendo ele fictício ou não. 


O conselho que eu gostaria de dar para a escola: Não façam nada. Continuem assim, pois onde ouver opressão, haverá uma resistência, e acreditem, existe uma resistência contra esse sistema que tenta gloriosamente reger nossas vidas, mas precisamos ser receptivos e aceitar que algo aqui está errado, "O primeiro passo para a cura é reconhecer que se está doente". Sei que fui muito crítico nesse post e creio que você, caro leitor, acha que eu disse muita besteira, ou até, possivelmente que sou "louco", mas eu disse o que penso, isso foi um pouco da minha maneira de ver que você presenciou.


Vivamos intensamente e sorrindo. Intensamente para não perder nada, e sorrindo para não perder ninguém.

Um comentário:

  1. Olá Andres seu texto é motivo de páginas e páginas de dialogo, más gostaria de comentar 2 frases.

    1ª- "O primeiro passo para a cura é reconhecer que se está doente".

    (essa frase é um tiro na imensidão de um ser humano pois as vezes o mais difício não é a cura do problema mas sim o aceitar da situação e não digo só pela doença em si ligada a medicina más a doença da alma, do medo, da mentira,do enganar, da falta de perdão entre outros que destroe a humanidade e muitas vezes não nos atentamos a isso por achar natural ou não ter tempo de observar...)


    2ª – Vivamos intensamente e sorrindo. Intensamente para não perder nada, e sorrindo para não perder ninguém.
    (...não perder ninguém..., é o que mais acontece hoje em dia na correria do nosso dia a dia, pois não vemos ou não percebemos que diamantes são deixados para trás qdo perguntamos ao outro como você está e nem seque olhamos para saber o que os seu olhos realmente estão nos dizendo, qdo damos BOM DIA! e não esperamos a resposta por se tratar de ser mecânica, automática ou sem grande importância.
    Coisas simples assim que me faz parar, pensar e agradecer a Deus todos os dias por me dar uma nova oportunidade de vida para ter tempo ainda nessa vida de perceber e recolher os diamantes que deixei para trás......)

    Um abraço e estou curiosa para saber o próximo texto, pois você é uma caixinha de surpresa.........

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